MORADORA DENUNCIA OMISSÃO DA PM E RELATA PERSEGUIÇÃO APÓS REGISTRAR AMEAÇA EM SC

De acordo com o relato, ela foi desrespeitada como cidadã desde o início do atendimento e classifica a postura dos policiais como hostil, o que a deixou indignada por ter o filho envolvido na situação. Ela afirma que os agentes disseram não haver ameaça configurada, apesar de, segundo ela, isso estar comprovado no vídeo que gravou e publicou. A moradora relata ainda que nem o SAMU nem o Conselho Tutelar de Florianópolis foram acionados, e que o suposto autor da ameaça permaneceu dentro de casa, contido pelos próprios pais, sem que a PM tomasse seus dados ou avaliasse a situação.

Segundo a publicação, existem outros vídeos referentes ao caso que estão sob custódia da equipe de advocacia responsável e que serão anexados ao processo.

A moradora relata também que, após os fatos, passou a enfrentar o que descreve como perseguição em outros ambientes que frequenta, incluindo o fórum Eduardo Luz, o Conselho Tutelar e o posto de saúde onde é atendida há 12 anos. Ela ainda alega que um policial militar reside no endereço antigo cadastrado como referência no posto de saúde.

Até o momento, não há posicionamento oficial da Polícia Militar, da Prefeitura de Florianópolis ou do Conselho Tutelar sobre as alegações apresentadas pela moradora.

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