Denunciante afirma que foi tratada repetidamente por pronomes masculinos e relata dificuldades para obter a identificação do funcionário envolvido
Uma mulher trans denunciou um episódio que classifica como transfobia durante um atendimento na Justiça Eleitoral de Angélica. O relato foi feito após a situação e, segundo a denunciante, o episódio ocorreu enquanto ela buscava atendimento no local.
De acordo com a mulher, a atendente responsável pelo atendimento utilizou o pronome feminino durante toda a conversa, respeitando a forma como ela se apresenta. Entretanto, segundo o relato, outro funcionário que auxiliava no atendimento teria utilizado o pronome masculino para se referir a ela repetidamente.
A denunciante afirma que corrigiu o funcionário inicialmente de maneira respeitosa. Segundo ela, a situação voltou a acontecer uma segunda vez e, posteriormente, uma terceira vez, tudo em



