A Delegacia de Proteção Animal de Joinville realizou, na última semana, a segunda fase da Operação Gaiola Vazia, que investiga suspeitas de comércio ilegal de animais silvestres e irregularidades envolvendo sinais identificadores de aves.
Durante a ação, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em diferentes pontos da cidade e quatro pessoas foram presas em flagrante.
Mais de 11 aves silvestres foram resgatadas e encaminhadas aos cuidados do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina (IMA).
A operação contou com a participação do IMA e da Polícia Científica de Santa Catarina (PCI).
MANDADOS EM CINCO BAIRROS
As diligências ocorreram na quinta-feira (10) e na sexta-feira (11), em imóveis localizados nos bairros Costa e Silva, Comasa, Iririú, Boehmerwald e Floresta.
Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão.
Um dos locais vistoriados foi a sede da Associação de Criadores de Pássaros de Joinville (ACPJ), onde foram apreendidas 11 aves silvestres.
INVESTIGAÇÃO APURA COMÉRCIO ILEGAL
Segundo as informações divulgadas sobre a operação, a investigação busca identificar possíveis irregularidades em plantéis autorizados e crimes relacionados ao comércio ilegal de animais e de sinais identificadores utilizados nas aves, como as anilhas.
A apuração também envolve possíveis crimes contra a fé pública relacionados a esses sinais de identificação.
Até o momento, não foram divulgadas as identidades das quatro pessoas presas em flagrante nem os crimes atribuídos individualmente a cada investigado.
As aves resgatadas foram encaminhadas ao IMA, que ficou responsável pelos cuidados dos animais.
A segunda fase da Operação Gaiola Vazia reuniu equipes da Delegacia de Proteção Animal, do Instituto do Meio Ambiente de Santa Catarina e da Polícia Científica de Santa Catarina.
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