A Polícia Civil investiga um relato de estupro coletivo envolvendo uma jovem de 22 anos em Criciúma, no Sul de Santa Catarina. O caso teria ocorrido na segunda-feira (7), no bairro Pinheirinho, nas proximidades da Avenida Centenário.
Segundo o relato apresentado pela vítima à Polícia Militar, ela caminhava pela região quando teria sido abordada por quatro homens encapuzados e colocada à força dentro de um veículo de cor preta.
Ainda conforme o depoimento, dois dos homens teriam segurado a jovem enquanto os outros dois teriam cometido a violência sexual. Após o crime, ela teria sido deixada em uma via pública.
A vítima conseguiu chegar até as proximidades de uma lanchonete e pedir ajuda. O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado e realizou o atendimento, encaminhando a jovem posteriormente ao Hospital São José, em Criciúma.
Durante o atendimento, a jovem relatou ter conseguido reconhecer um dos possíveis envolvidos. Segundo o depoimento, ela já teria conversado com esse homem e recusado um relacionamento. A identificação teria sido possível pela voz e por uma tatuagem localizada na mão.
A Polícia Científica também foi acionada para realizar os exames e procedimentos periciais que podem auxiliar na apuração dos fatos e na identificação dos envolvidos.
A investigação está sob responsabilidade da Polícia Civil, por meio da unidade especializada de atendimento à mulher. As autoridades devem realizar diligências para esclarecer a dinâmica da ocorrência, identificar os possíveis autores e analisar eventuais imagens de câmeras de segurança.
SEGUNDO CASO RECENTE EM CRICIÚMA
O caso chama atenção por ocorrer poucas semanas após outro relato de estupro coletivo registrado em Criciúma, envolvendo uma adolescente de 16 anos.
Na ocorrência anterior, a adolescente também relatou ter sido colocada à força em um veículo e submetida a violência sexual por quatro homens.
Apesar da semelhança entre os relatos, a delegada responsável informou que, até aquele momento, não havia indícios de ligação entre os dois casos.
Até as últimas informações divulgadas, não havia confirmação de prisão ou identificação oficial dos suspeitos envolvidos no caso mais recente.
As investigações continuam.
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